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PORTAL AMBIENTE ONLINE |
14:42 09-05-2006 |
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| Resíduos de embalagens de fitofarmacêuticos já têm sistema de gestão |
O Valorfito - Sistema Integrado de Gestão de Embalagens e Resíduos em Agricultura foi já licenciado pelo Instituto dos Resíduos (Inr). Este sistema permite dar resposta à necessidade dos produtores agrícolas terem um destino adequado para os resíduos de embalagens de fitofarmacêuticos que são gerados nas suas explorações.
Assim, toda a fileira do sector agrícola poderá cumprir a legislação nesta matéria, garante a Anipla - Associação Nacional da Indústria para a Protecção das Plantas que, juntamente com a Groquifar - Associação de Grossistas de Produtos Químicos e Farmacêuticos, foi responsável pela criação do sistema.
O Valorfito inclui as embalagens primárias de produtos fitofarmacêuticos com uma capacidade inferior a 250 litros por quilograma, classificadas como resíduos perigosos. Estima-se que o peso total destas embalagens se situe entre as 700 e 800 toneladas por ano, das quais cerca de 60 por cento são plástico e 40 por cento outros materiais. Esta produção representa apenas 0,26 por cento do volume total de resíduos perigosos produzidos em Portugal.
De fora do sistema ficam as embalagens secundárias e terciárias deste tipo de produtos, classificadas como resíduos não perigosos, que são utilizadas para agrupar as embalagens primárias. Igualmente excluídas estão embalagens de outros produtos para a agricultura, como por exemplo, as embalagens de adubos e fertilizantes.
O licenciamento do Valorfito produz efeitos a partir de 1 de Dezembro de 2005. Com a implementação prática e logística do sistema, estima-se que seja possível efectuar a primeira recolha de resíduos de embalagens ainda no 1º Semestre de 2006. |
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| APEMETA |
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| O Sistema Integrado de Gestão de Embalagens e Resíduos em Agricultura (SIGERU) é outra das grandes novidades no sector dos resíduos industriais. O Engº Armando Murta, deu a conhecer o SIGERU que tem como missão implementar, a partir de 2006, um sistema de gestão de resíduos de embalagens de produtos fitofarmacêuticos utilizados em agricultura.
As empresas que colocam produtos fitofarmacêuticos no mercado deverão estabelecer um contrato com a Sigeru ou outra sociedade gestora, para gestão dos resíduos de embalagens dos seus produtos e utilizar o símbolo Valorfito nas suas embalagens, transferindo para a Sigeru a responsabilidade sobre o destino final das mesmas. Estas empresas deverão financiar o sistema mediante o pagamento de um Ecovalor, de modo a garantir a viabilidade e estabilidade de funcionamento do mesmo e declarar anualmente à Sigeru as quantidades de embalagens colocadas no mercado.
O objectivo é a criação de um mínimo de 137 Centros de Recepção em 2006, assegurando a valorização dos resíduos de embalagens, com um mínimo de 25% em 2006 até um mínimo de 60% em 2011.
..."
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| AGROPORTAL |
"ANIPLA: Resíduos de embalagens de produtos fitofarmacêuticos já têm sistema de gestão
O VALORFITO - Sistema Integrado de Gestão de Embalagens e Resíduos em Agricultura, já se encontra licenciado. De acordo com o ofício do INR - Instituto dos Resíduos, datado de 3 de Maio de 2006, o Sistema VALORFITO está autorizado a exercer a sua actividade de Gestão de Embalagens Vazias de Produtos Fitofarmacêuticos nos termos do Decreto-Lei nº 366/97 de 20 de Dezembro e da Portaria nº 29/98, de 15 de Janeiro.
O VALORFITO é gerido pela Sociedade SIGERU, LDA, Sociedade por quotas, constituída em Maio de 2005, pela ANIPLA - Associação Nacional da Indústria para a Protecção das Plantas e pela GROQUIFAR - Associação de Grossistas de Produtos Químicos e Farmacêuticos e tem como objectivo a recolha periódica dos resíduos de embalagens primárias de produtos fitofarmacêuticos e sua gestão final, seguindo as exigências definidas no licenciamento.
Este sistema permite dar resposta às necessidades dos produtores agrícolas de encontrarem um destino adequado para os resíduos de embalagens de produtos fitofarmacêuticos que são gerados nas suas explorações agrícolas, e assegura que toda a fileira do sector agrícola (produtores, distribuidores e agricultores) possa cumprir a legislação em matéria de resíduos de embalagens de produtos fitofarmacêuticos.
Estão incluídas no âmbito do sistema VALORFITO as embalagens primárias de produtos fitofarmacêuticos com uma capacidade inferior a 250 L/Kg, ou seja, as embalagens que estão em contacto directo com os produtos fitofarmacêuticos, classificadas como resíduos perigosos. Estão excluídas do Sistema as embalagens secundárias e terciárias deste tipo de produtos, classificadas como resíduos não perigosos., utilizadas para agrupar as embalagens primárias. Estão igualmente excluídas do âmbito do sistema integrado as restantes embalagens de outros produtos para a agricultura, como por exemplo, as embalagens de adubos e fertilizantes.
Estima-se ainda que o peso total de embalagens primárias de produtos fitofarmacêuticos se situe entre as 700 e 800 toneladas por ano, das quais cerca de 60% são plástico e 40% outros materiais. Esta produção anual de resíduos de embalagens representa apenas 0,26% do volume total de resíduos perigosos produzidos em Portugal.
Apesar do licenciamento do Sistema VALORFITO ter sido oficialmente comunicado à SIGERU no presente mês de Maio, a licença produz efeitos a partir de 1 de Dezembro de 2005. Neste âmbito a SIGERU prevê que, após a implementação prática e logística do sistema, seja possível efectuar a primeira recolha de resíduos de embalagens ainda no 1º Semestre de 2006." |
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| CONFAGRI |
| "Gestão de Resíduos de Embalagens de Produtos Fitofarmacêuticos Já Está Licenciada |
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Publicado em: 09-05-2006 13:46
Fonte: Instituto dos Resíduos
Tipo: Geral |
O Sistema Integrado de Gestão de Embalagens e Resíduos em Agricultura (SIGERU) foi licenciado em Maio, contando a autorização a partir de Dezembro de 2005 até 31 de Dezembro de 2011. O sistema está a cargo da entidade gestora VALORFITO.
O objectivo do sistema é, conforme lemos no Instituto dos Resíduos, «assegurar a gestão dos resíduos de embalagens primárias não reutilizáveis provenientes do fluxo não urbano, nomeadamente no sector agrícola, com capacidade inferior a 250 litros e de natureza perigosa, dado terem contido produtos fitofarmacêuticos».
Assim, os agricultores poderão encontrar resposta para as embalagens de produtos fitofarmacêuticos geradas nas suas explorações, potenciado o cumprimento da legislação em vigor. A VALORFITO prevê que a primeira recolha de embalagens ocorra ainda no primeiro semestre de 2006.
O SIGERU não é responsável pela gestão de embalagens secundárias e terciárias de produtos fitofarmacêuticos nem de embalagens que não pagaram a prestação financeira suportada pelos embaladores e outros responsáveis pela colocação dos produtos no mercado. O sistema também não se responsabiliza por resíduos de excedentes de produtos fitofarmacêuticos.
Neste contexto, a VALORFITO fica obrigada a adoptar os princípios e hierarquia das operações de gestão de embalagens, definidos na lei portuguesa, e a assumir o compromisso de aumentar as quantidades de embalagens declaradas de produtos fitofarmacêuticos, tentando aproximar esta quantidade do total de embalagens colocado no mercado nacional.
Prevê-se uma evolução cronológica do mercado de embalagens de 772 toneladas, em 2006, até atingir as 819 toneladas, em 2011.
A empresa terá que apresentar um Plano de Acções para os Resíduos de Embalagens onde estejam definidas as medidas a tomar para o cumprimento dos seus objectivos e onde se possa conhecer a caracterização física dos resíduos por si abrangidos e as opções de valorização desses resíduos." |
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| CNA |
2006/05/09 |
"ANIPLA: Resíduos de embalagens de produtos fitofarmacêuticos já têm sistema de gestão
O VALORFITO - Sistema Integrado de Gestão de Embalagens e Resíduos em Agricultura, já se encontra licenciado. De acordo com o ofício do INR - Instituto dos Resíduos, datado de 3 de Maio de 2006, o Sistema VALORFITO está autorizado a exercer a sua actividade de Gestão de Embalagens Vazias de Produtos Fitofarmacêuticos nos termos do Decreto-Lei nº 366/97 de 20 de Dezembro e da Portaria nº 29/98, de 15 de Janeiro.
O VALORFITO é gerido pela Sociedade SIGERU, LDA, Sociedade por quotas, constituída em Maio de 2005, pela ANIPLA - Associação Nacional da Indústria para a Protecção das Plantas e pela GROQUIFAR - Associação de Grossistas de Produtos Químicos e Farmacêuticos e tem como objectivo a recolha periódica dos resíduos de embalagens primárias de produtos fitofarmacêuticos e sua gestão final, seguindo as exigências definidas no licenciamento.
Este sistema permite dar resposta às necessidades dos produtores agrícolas de encontrarem um destino adequado para os resíduos de embalagens de produtos fitofarmacêuticos que são gerados nas suas explorações agrícolas, e assegura que toda a fileira do sector agrícola (produtores, distribuidores e agricultores) possa cumprir a legislação em matéria de resíduos de embalagens de produtos fitofarmacêuticos.
Estão incluídas no âmbito do sistema VALORFITO as embalagens primárias de produtos fitofarmacêuticos com uma capacidade inferior a 250 L/Kg, ou seja, as embalagens que estão em contacto directo com os produtos fitofarmacêuticos, classificadas como resíduos perigosos. Estão excluídas do Sistema as embalagens secundárias e terciárias deste tipo de produtos, classificadas como resíduos não perigosos., utilizadas para agrupar as embalagens primárias. Estão igualmente excluídas do âmbito do sistema integrado as restantes embalagens de outros produtos para a agricultura, como por exemplo, as embalagens de adubos e fertilizantes.
Estima-se ainda que o peso total de embalagens primárias de produtos fitofarmacêuticos se situe entre as 700 e 800 toneladas por ano, das quais cerca de 60% são plástico e 40% outros materiais. Esta produção anual de resíduos de embalagens representa apenas 0,26% do volume total de resíduos perigosos produzidos em Portugal.
Apesar do licenciamento do Sistema VALORFITO ter sido oficialmente comunicado à SIGERU no presente mês de Maio, a licença produz efeitos a partir de 1 de Dezembro de 2005. Neste âmbito a SIGERU prevê que, após a implementação prática e logística do sistema, seja possível efectuar a primeira recolha de resíduos de embalagens ainda no 1º Semestre de 2006.
in Agroportal" |
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